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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Capitalismo: Que atire a primeira pedra.

Vamos falar sobre Capitalismo, o sistema econômico predominante no mundo desde o final do século XIX ou inicio do  XX. Ou melhor, falaremos sobre as pessoas que se autointitulam “anticapitalistas”.

Tudo bem, não dá pra negar que, ao menos uma vez na vida, todos nos deparamos com uma situação em que chegamos a ter nojo de como o mundo está extremamente capitalista. Mas também não dá pra negar que dependemos disso, o que não é necessariamente ruim.

Ok, antes de me aprofundar no assunto quero deixar claro que não sou totalmente contra outro sistema econômico, bem como não sou totalmente a favor do nosso.


Porém, sempre surgem aqueles “revolucionários” revoltados com o sistema. Quando falo desses revolucionários, refiro-me à pessoas que vivem em países que aderiram ao sistema e “brigam” fervorosamente se opondo ao próprio, manifestando todo o seu ódio ao capitalismo, mas que em atitudes do cotidiano, vivem o contrário. Hipocrisia total! Que atire a primeira pedra aquele que abre mão de ter o carro do ano, caso tenha oportunidade de comprá-lo. Ou aquele que se abdica de comprar sua Coca-Cola que acompanha seu Mc Donalds. Aquele que se recusa a comprar um celular da moda, um iPhone, Samsung, Motorola ou seja lá qual for. Aquele que evita colocar em seu celular uma capinha com a estampa da bandeira dos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá ou qualquer outro país extremamente capitalista. Ou que deixa de comprar uma TV de Plasma, ou um rádio dos mais modernos. Se você não se enquadra em qualquer situação acima, convido-o a nos contar como é a vida de alguém totalmente independente do Capitalismo.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Mais um texto pra copa.

Quem me conhece, sabe que sou contra a realização da copa do mundo no Brasil. Sempre fui, desde a escolha do país como sede do evento. Mas uma coisa eu não posso negar. Vai ter copa sim.

Confesso que chego a repudiar essa campanha – não vai ter copa – criada pelos brasileiros que são contra a realização dos jogos no país do futebol.
A escolha do Brasil para sediar tal evento  foi feita em 2007, ainda no governo Lula, porém somente no ano passado estourou essa campanha contra a realização dos jogos.
E digo mais: fazer manifestações agora, a menos de 30 dias para o ínicio dos jogos não vai evitar a realização dos mesmos. E vou mais além: se a copa realmente não acontecer, o que é improvável, pra não dizer que é impossível, se a copa realmente for cancelada os hospitais que deixaram de ser construídos, ainda assim, não serão erguidos. O dinheiro que foi investido onde não devia ter sido já foi gasto.
Por favor, não me tomem por alguém cujo discurso diz que estádios são mais importantes que saúde pública. Estou querendo dizer que depredações, confusões, destruição de patrimônio e manifestações não irão adiar o inevitável. A copa vai acontecer, sim!
E também não sejamos hipócritas. Quando os jogos começarem boa parte dos manifestantes irão assisti-los.

E pra finalizar: também não sejamos antipatriotas. Vamos sim torcer para o Brasil. Não para entrar no jogo do governo, e de quem sempre disse que a copa vai acontecer e sermos coniventes com a realização do evento, mas sim para não esquecermos que ainda somos o país do futebol arte. E claro, torcemos para o Brasil para que os gringos, e nós também, comprarmos uma TV de 60 polegadas por apenas um real nas Casas Bahia. Todo mundo sai ganhando. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Nossa querida Cidade-Que-Não-Dorme


“Eu amo São Paulo”. Hoje começo minha crônica com essa frase que ouvi na rua um dia desses, quando voltava do trabalho. Uma frase um tanto quanto clichê, mas aplicada ao contexto no qual a ouvi até que é bem diferenciada.  Um rapaz comentava com uma mulher, enquanto ambos caminhavam e olhavam a beleza noturna da oriental Liberdade, mais especificamente sob o viaduto da Avenida Liberdade.

Tal beleza, com todas as luzes, prédios, carros e seus faróis, talvez não pudesse ser vista há 60 anos atrás. Para justificar o que digo, indico uma crônica escrita por José Hamilton Ribeiro chamada “A noite tem mil bandeiras“. Ok, confesso que estou utilizando um trecho da crônica dele - que fala como a cidade de São Paulo era na época em que foi escrita – como base pra escrever esse meu texto, falando da nossa iluminada São Paulo na atualidade.

Porém, a verdade seja dita: não conheço muito bem a cidade, então não posso falar amplamente a respeito dela. Mas vamos lá...

Quem anda durante o dia e durante a semana pelas ruas centrais de São Paulo só vê correria, estresse, aquela preocupação toda com trabalho, estudo ou coisas do gênero e nem sequer se preocupa em reparar no mundo a sua volta, nos prédios erguidos, monumentos, semáforos personalizados etc. Agora, quem caminha despreocupado por essas regiões, atento a esses detalhes, consegue notar muita coisa boa, fora do padrão que estamos acostumados. Dá até pra esquecer a “sujeira” da cidade.

E a diversidade cultural? Japoneses, coreanos, chineses, bolivianos, americanos, portugueses, árabes. Turistas do mundo inteiro dividem as ruas de Sampa praticamente o ano todo, fora de época, longe das férias e isso bem antes da Copa.

E os próprios brasileiros, é claro! Os mais jovens – alguns deles – com suas “disputas” na extravagância dos cabelos, multicoloridos, exoticamente penteados, dividem as ruas da cidade – no bairro da Liberdade, principalmente – nas diversas vezes que a cidade apresenta seus eventos de anime, quando jovens e adolescentes se fantasiam de seus personagens favoritos.


São Paulo é repleta de uma diversidade pra lá de magnífica: prédios em construções, prédios já construídos, todos muito bem iluminados, lojas de variedades, bares para diferentes gostos, restaurantes para distintas ocasiões, uma vida noturna agitada. Por que não a chamar de “A cidade que não dorme” também? Afinal, São Paulo tem vários locais muito bem apropriados para muita diversão. Baladas, bares e restaurantes estão presentes não só na região central, mas também em qualquer bairro da nossa Cidade-Que-Não-Dorme.




sábado, 8 de março de 2014

As prioridades do Brasil para melhorias no país.


Não é de hoje que sabemos que o governo do Brasil não tem lá suas preferencias pela melhoria de setores como educação, saúde, transporte público e etc. Porém, também não da pra negar o aumento do descaso com essas áreas nos últimos meses. Com a escolha do país como sede da copa do mundo de 2014 parece que construção de estádios e reformas e melhorias pra copa se tornou opção prioritária do governo para “melhorar” e “evoluir” o país, uma tentativa frustrada de tentar fazer o país ser bem visto entre as principais potencias do mundo (ou será que essa não é realmente a verdadeira intenção?).

A desculpa que é dada é que com o grande fluxo de turistas transitando pelo país, os comerciantes terão mais lucros, podem aumentar o preço à vontade do “espetinho” de camarão nas praias, a gasolina vai la em cima, transporte publico também (tá, com as reivindicações do ano passado, isso ficou pra trás, mas quem garante que futuramente, isso não esteja nos planos novamente?). Os “gringos” vão pagar sem reclamar. Mas e os brasileiros? Mais uma vez o governo brasileiro está trabalhando em prol dos outros países.  O índice de brasileiros empregados não está lá a mil maravilhas. Digam o que quiser dizer, mas mesmo que tenha melhorado, o índice de desemprego ainda esta ruim, na minha opinião. Com tantos brasileiros desempregado e com a miséria que é o nosso salario mínimo como poderão os brasileiros deleitar-se com o lazer da copa do mundo? Assim como ouvi um dia desses na rua, copa do mundo não é pra um “pai de família”. Como poderá um trabalhador que recebe um salario mínimo levar seus filhos pra ver um jogo da copa do mundo em um desses estádios, que estão sendo construídos com o dinheiro que ele paga de imposto?


Mas uma coisa o trabalhador pode fazer. Só o trabalhador não, todos. Mas infelizmente isso é realmente o que o governo quer que seja feito: votar. Votar, e quase sempre votar errado. E após votar ler escrito na urna “FIM” – fim do respeito com o Brasil, fim das promessas, que provavelmente não serão cumpridas, fim da esperança por um Brasil melhor. 

segunda-feira, 3 de março de 2014

2014: Carnaval, Copa e Eleições.

Brasil - O País do futebol, do samba, das mulheres bonitas e, atualmente, da altamente comentada política brasileira. Ou seja, Brasil, o país da “farra”.
O que se esperar de um país desses num ano “turbulento” como promete ser 2014? Apesar do “gigante” ter acordado para questões politicas, acredito que, infelizmente, boa parte dos brasileiros ainda estão bem boêmios. Com base nisso digo que 2014 será um  ano facultativo para o Brasil.
Como dito, tudo é festa no Brasil, então por que não “juntar” o carnaval, que acabou de chegar, às eleições, tudo “misturado” com a copa do Mundo? Afinal, tudo acaba em cerveja mesmo. Brasil vencendo ou não, tem Brahma pra todos nós, pra comemorar a vitória ou afogar as mágoas do título perdido. Ah, e a política, claro! Não podemos nos esquecer das eleições. Independente se um governo é bom ou não, nas ultimas décadas no Brasil um político tem seus oito anos de mandato garantido. Afinal tudo acaba em pizza mesmo. 

Por: Bruno Bertonzin